terça-feira, 10 de julho de 2012

5 razões pelas quais seu treino pode estar prejudicando seu desenvolvimento


Esta tendo problemas em seus ganhos musculares? O problema pode estar no seu treino! Conheça 5 razões pelo qual seu treino pode estar te prejudicando.

treinamento resistido com pesos é, sem dúvida alguma, a maneira mais eficaz de estimular a musculatura a hipertrofiar. É através dele que damos estímulos físicos, como os microdanos na fascia muscular, estímulos fisiológicos, tais quais os hormonais entre muitos outros. Quando falamos de hipertrofia muscular, não acho prudente que usemos o mesmo termo para designar as formas de atingi-la. Isso porque, não considero o treinamento voltado para a hipertrofia como simplesmente “musculação”, do contrário, teríamos um grau de hipertrofia significativo ao levantarmos qualquer tipo de peso de qualquer forma. Musculação portanto, pode ser definida como a ação muscular ou o ato de usar a musculatura, o que não implica necessariamente na utilização da mesma para hipertrofia. Já o treinamento resistido com pesos visa um objetivo para melhorar essa qualidade muscular.
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Entretanto, no decorrer da evolução dos treinamentos, muitas foram as técnicas criadas e com isso, muitas foram as inutilidades apresentadas em muitas delas também. Inicialmente, talvez por falta de conhecimento ou de estudos que pudessem mostrar os erros, eles eram bastante frequentes, tanto que não é incomum associarmos os praticantes de fisiculturismo das primeiras épocas com grandes empiristas. Porém hoje, ao que parece, além de muita dessa cultura antiga ter se impregnado na mente de alguns céticos ultrapassados, ainda contamos com o marketing de alguns sistemas que prometem reais milagres. Isso e outras coisas mais, fazem com que cada vez mais indivíduos treinem errados e, obviamente, não atinjam seus resultados e objetivos. Portanto hoje, vamos conheceralguns dos cinco erros clássicos que podem estar prejudicando o seu treinamento com pesos.
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Erro 1: Treinar sempre em pirâmide
Eu não sei que coisa as pessoas vem notreinamento de pirâmide. Certamente, ele é um treinamento eficaz, é um treinamento conveniente para alguns casos, mas, está longe de ser o ideal e está longe de ser o treino para ser mantido por muito tempo.
O primeiro fator que me incomoda em um treinamento em sistema pirâmide é que, nas primeiras séries, normalmente acabamos por utilizar cargas que nos possibilitam completar as repetições estabelecidas, porém, normalmente conseguiríamos realizar mais repetições. Mas, pelo simples fato do treino exigir 12 repetições na primeira série, por exemplo, o indivíduo deixa de fazer as 15 possíveis. Além dessa caracterização de treinamento submáximo, quando chegamos nas séries consideradas “pesadas”, normalmente já estamos fadigados o suficiente para não aproveitar o máximo delas, principalmente se estivermos falando de exercícios compostos como remadas, onde os bíceps normalmente acabam por entrar em fadiga antes dos dorsais.
Se existe algo que pode ser feito em treinamento pirâmide é estabelecer médias de repetições e então ir progressivamente aumentando ou diminuindo (no caso de pirâmides inversas) a carga. Por exemplo, podemos delimitar que na primeira série utilizaremos carga apenas para realizar de 10-15 repetições, sendo esse espaço de repetições relativamente grande para então nos possibilitar chegar ao máximo de falha. Progressivamente então, por exemplo, na segunda série, poderíamos utilizar repetições entre 8-12, na terceira 6-10 e assim por diante.
Além disso, o utilizar apenas esse sistema como muitos costumam fazer é implorar por adaptações musculares, que, na verdade é o que queremos quebrar quando o assunto é progresso muscular.
Erro 2: Negligenciar o agachamento livre
Muitas pessoas negligenciam o agachamento livre por diversos motivos: Preguiça, medo, falta de disposição ou até mesmo por alguma restrição médica. Com exceção do último caso, não vejo nenhum dos outros como justificáveis, aliás, vejo-os não só como um grande empecilho em seu desenvolvimento, mas, principalmente uma falta de comprometimento consigo mesmo.
Se você busca resultados em uma academia, deve deixar de lado seu ego, deve deixar de lado suas preferências e deve começar a fazer o que é necessário fazer e, só você pode fazer!
Por que na maioria das academias é praticamente nulo o número de homens no agachamento livre? De maneira paradoxal, os que lá estão geralmente são os que tem melhor físico. O resto, prefere Smith, Hacks ou se quer treinam pernas.
A verdade é que o agachamento livre não é nenhum exercício milagroso, mas é um exercício extremamente eficaz não somente para construir ótimos membros inferiores, mas para construir um corpo muito bom. Isso porque, além de ser um exercício composto que recruta membros inferiores principalmente, mas também os inferiores como os dorsais, que devem estar contraídos, o abdome, a região lombar e até mesmo os braços, para estabilizar a barra, ele ainda pode auxiliar no incremento de testosterona durante o treinamento, assim como outros exercícios pesados.
O agachamento livre ainda confere uma melhora no sistema neuromotor, resultando em um melhor desempenho nos outros exercícios também. Portanto, se você está negligenciando o agachamento livre e deixando de ter resultados, é recomendável você rever seus conceitos e sua rotina!
Erro 3: Peso demais ou peso de menos
O que mais vemos em academias são indivíduos do sexo masculino ou feminino realizando reais catástrofes em seu treinamento justamente pela carga inadequada. Ambos os sexos costumam cometer ambos os erros, realizando ou um treinamento submáximo ineficaz ou um treinamento totalmente inadequado pelo excesso de carga, resultando em baixíssimos resultados.
Se, por um lado utilizar carga de menos, recrutando minimamente a musculatura não lhe trará bons resultados, por outro, utilizar altas cargas sem uma execução adequada e sem um suporte corpóreo pronto para ela, resultará também em um baixo recrutamento muscular e, ainda poderemos contar com possíveis lesões, inclusive irreverssíveis.
Quando falando da carga a ser utilizada, ela deve ser “pesada” o suficiente para causar dificuldade no movimento, mas permitir que ele aconteça até um certo grau, ou seja, em um espaço de número de repetições, porém, deve ser “leve” o suficiente para que você possa controlar o peso, ou seja, para que possa utilizar o peso na musculatura alvo, trabalhando-a e recrutando-a da melhor maneira possível.
Um bodybuilder não deve se importar com o peso que consegue levantar ou, se há ou não progressão nele, mas sim, se importar com o quanto de músculos consegue ganhar. Trabalhar contra a resistência é fundamental, isto é, quanto mais difícil é o movimento ou quanto mais difícil você consegue torná-lo sem realizar roubos ou isolando ao máximo determinado grupamento muscular, mais você recrutará o músculo alvo, tendo então melhores resultados.
Do contrário do que alguns culturistas costumam fazer, como Jay Cutler e Ronnie Coleman, que preferem um treinamento combinando velocidade, explosão e muita força (aliada a sobrecarga) resultando em um trabalho com altíssima potência, para a maioria de nós, trabalhar de maneira um pouco mais precisa é fundamental. Isso porque, esses atletas já possuem um controle neuromuscular e uma qualidade biomecânica e também muscular que os permite conseguir contrair os músculos naquela velocidade explosão. A verdade é que a maioria dos mortais, se tentasse fazer isso, provavelmente não conseguiria, pelo menos não de maneira tão eficaz.
Erro 4: Ser cético demais e utilizar os mesmos exercícios
Esse é um caso típico em muitos dos praticantes de musculação que conheço: Utilizar os mesmos exercícios sempre. Particularmente, as vezes vejo indivíduos que sempre estão realizando o mesmo número de repetições, nos mesmos exercícios, na mesma sequência, no mesmo dia, da mesma forma e, novamente se importando apenas em aumentar o peso.
Tão céticos e tão sem resultados, esses indivíduos na maioria dos casos possuem um belo de um preconceito com muitos exercícios e deixam de obter ótimos ganhos justamente pelo fato de não tentarem ou preferirem o excesso de carga à dificuldade de execução.
Conheço gente, por exemplo, que vive reclamando da região lombar, mas não tem coragem de realizar um levantamento Terra, simplesmente por preguiça de montar a barra! Lastimável…
Uma das coisas que aprendi com o Mestre Luiz Fernando Sardinha, vice-campeão mundial, é que devemos utilizar nosso instinto na academia, ou seja, não devemos ter uma planilha de exercícios para fazer, como se fôssemos uma empregada doméstica a seguir um roteiro de limpeza de casa. Do contrário dela, onde isso é muito útil para não se perder, nós bodybuilders devemos ter o tato suficiente para perceber quais exercícios devemos realizar para aquele grupamento naquele determinado dia. Isso, a princípio, pode até parecer complicado, mas, com um pouco de experiência, começa a se tornar bastante fácil.
Suponhamos que, em um dia você vá treinar peito e tríceps. Você percebe então que o seu peitoral inferior precisa de uma melhora. Então, começa pelo supino declinado, depois quem sabe flyes plano e supino inclinado para finalizar. Realiza o treino de tríceps, percebendo que precisa de uma leve melhora na cabeça longa e então enfoca nela também. Porém, em outro treino de peito e tríceps, na semana seguinte, você está animadíssimo para executar altas séries de intensidade no supino reto. Então, simplesmente porque teoricamente sua falha é no peitoral inferior, você vai deixar de realizar essas séries que está tão animado no supino reto? Não! Realize sim, mas não esqueça de suas falhas! E isso valerá para qualquer outro grupamento muscular.
Erro 5: Corpo frio
Um dos piores erros que um bodybuilder pode cometer é treinar de corpo frio. Em primeiro lugar, o fato de que isso poderá ocasionar algum tipo de lesão é extremamente alto.
Em segundo lugar, um treinamento com o corpo frio, provavelmente fará sua performance cair e diminuirá os níveis de energia do corpo, visto que maiores quantidades serão necessárias para aquecer o corpo (em casos de ambientes frios, com ar condicionado, etc). O choque térmico também é outro problema que pode gerar não só problemas momentâneos, chegando até ao desmaio em alguns casos mais extremos como prejudicar a respiração durante o treino, consequentemente prejudicando o treino em si.
Costumo dizer que acho prudente o treinamento até mesmo com agasalhos. Desde que você mantenha uma boa hidratação e níveis de minerais controlados no corpo, não haverão sérios problemas. Você não necessita ficar olhando seus músculos “inchados” no meio do treinamento no espelho. Um treino pesado requer concentração, não egocentrismo.
Tente realizar estas dicas relacionadas ao agasalho e entenderá o que estou falando.
Conclusão
Muitos são os erros que podem ser cometidos no treinamento, prejudicando assim o desenvolvimento do indivíduo como um todo. Porém, é necessários conhecê-los e, acima de tudo adaptar suas necessidades as necessidades de seus treinamentos, possibilitando então que haja um bom desenvolvimento, um menor risco de lesões, um menor risco de problemas como assimetrias, desníveis musculares ou queda de rendimento.

Treino de costas: Trabalho duplicado para os dorsais


Conheça um excelente treino de costas e aniquile a parte posterior de seu corpo!

treino de dorsais é um dos que mais atinge não só a musculatura alvo e a musculatura sinérgica, mas também, o corpo em uma forma sistêmica. Isso porque, além dos dorsais serem um grupamento grande, eles ainda exigem o auxílio de diversos outros músculos, para o trabalho primário, como por exemplo, os bíceps para as remadas e para um trabalho de estabilização, como a região abdominal, lombar e até mesmo as pernas em muitos exercícios.
treino de costas trabalho duplicado para os dorsais Treino de costas: Trabalho duplicado para os dorsais
Apesar da complexidade muscular que envolve a parte dorsal do corpo, podemos treiná-la de diversas maneiras e, maneiras muito simples, obtendo ótimos resultados, afinal, a partir do momento que se consegue obter uma noção neuromuscular da região (o que normalmente só acontece mesmo depois de certo tempo de treinamento e desenvolvimento dos dorsais), os níveis de contração conseguem ser muito maiores e o foco na região desejada também, aliviando portanto, muita tensão nos bíceps, antebraços ou músculos auxiliares (que são os que entram em fadiga mais rapidamente, na maioria dos casos).
626fbb2d 7239 41d5 a589 4301eac12f20 Treino de costas: Trabalho duplicado para os dorsais
Há treinamentos que envolvem intensidade relacionada a carga, outros a potência, outros a movimentos de explosão, outros de movimentos controlados, com descansos mais ou menos curtos, com pré-exaustões… São infinitos os eficazes modos de recrutar os dorsais. Portanto hoje, como uma sugestão, ficará proposto umtreino um tanto quanto volumoso, porém extremamente eficaz visando o trabalho com tri-setsbi-sets e uma posterior finalização com umexercício isolado. E então, você está pronto?

1ª Rodada – Tri-set

# Exercício 1: Pulldown aberto pela frente
O primeiro exercício será o clássico pulldown pela frente. Recomendo que, após o aquecimento, você descanse em torno de 1 minuto antes de realizar a primeira série.
Priorizaremos não o excesso de carga e tampouco movimentos explosivos aqui. O controle dos movimentos possibilitará que puxemos a barra para baixo levemente inclinada ao peito e não sem sentido diagonal curvando a coluna e realizando uma espécie de “remada”. Isso fará com que a parte inferior e lateral dos dorsais sejam muito melhores ativadas, trabalhando o sentido não só de largura, mas comprimento da musculatura também. Realize em torno de 10-15 repetições na primeira série.
# Exercício 2: Pullover com cabos
O clássico exercício seguirá a sequência SEM DESCANSO vinda do pulldown aberto pela frente. Utilize uma barra grande ou até mesmo a do próprio pulley que você realizou o exercício anterior. Faça a pegada relativamente aberta, um pouco antes da curvatura da barra (o dedinho deve estar no início da curvatura). Posicione o tronco inclinado, estufe os peitorais e, por final, contraia ao máximo o abdome. Isso possibilitará uma expansão máxima dos dorsais. Realize em torno de 10-15 repetições.
# Exercício 3: Pulldown com puxador triangular
Para finalizar esse tri-set, vá diretamente ao pulldown com puxador triangular e realize repetições entre 8-15, chegando ao máximo de falha e, se possível com mais algumas repetições forçadasajudadas por algum companheiro. Procure descer o puxador até o peito e subi-lo na extensão dos bíceps de maneira a fazer um alongamento dos dorsais também, favorecendo o trabalho na região.
Esse tri-set é bastante interessante na medida em que, começamos com um trabalho completo dos dorsais em um movimento mais dificultado pela pegada supinada do primeiro movimento. Entretanto, no segundo exercício, ainda continuamos a enfatizar os dorsais, dando um leve descanso aos bíceps que, provavelmente estarão próximos à fadiga no exercício anterior, podendo de alguma forma interferir na exaustão máxima da musculatura alvo. Por fim, no último exercício ainda, conseguimos um trabalho completo, inclusive envolvendo os bíceps, porém, com um grau de dificuldade relativamente mais baixo pelo tipo de pegada e pela maior estabilidade que o mesmo proporciona.
Realize esse pequeno circuito de tri-set por 3 rodadas, ou seja, serão 9 séries no total.

2ª rodada – Bi-set

Agora, iniciaremos um trabalho especificamente com as remadas. Para isso, você deve ter descansado 2 minutos após o primeiro tri-set.
# Exercício 1: Remada curvada no Smith com pegada inversa
Neste exercício, utilizaremos a boa e velha técnica do heavy duty de contração máxima dos dorsais, chegando a segurá-la por um ou dois segundos e controlando a negativa muito bem. E, se estamos no Smith, esta é justamente a razão: A estabilidade no movimento, fazendo com que você enfoque o máximo de trabalho na sua região posterior. Mantenha a barra o mais próxima das coxas possível, chegando a raspar a mesma na subida e na descida. Realize de 6-8 repetições com carga máxima possível.
# Exercício 2: Remada curvada livre com barra
Agora, executaremos um exercício bastante parecido com o anterior, porém, com a barra livre e pegada supinada, ou seja com as palmas das mãos voltadas para baixo. Esse movimento possibilitará repetições mais explosivas, fazendo com que o máximo da falha seja atingida nesse movimento. Esse é um clássico exercício utilizado por monstros da musculação como Jay Cutler e Ronnie Coleman, combinando velocidade, explosão e força e resultando em uma absurda potência e um absurdo recrutamento da região. Realize em torno de 8-12 repetições, podendo chegar a falha total com mais alguns roubos caso necessário.
Esse bi-set deve ser realizado em 3 rodadas também.
Dicas:
- Em ambos os exercícios, a utilização de straps pode ser conveniente em alguns treinamentos, porém, lembre-se de treinar sem straps também a fim de não deixar o fortalecimento e o aumento de força de pegada dos antebraços diminuírem;
- Use cinturão em ambos os exercícios. Ele é fundamental para conferir não só estabilidade, mas principalmente na prevenção de lesões, ainda mais nos exercícios que envolvem explosão;
- Contraia o máximo o abdome e a região lombar! Isso será fundamental para a estabilidade e consequentemente para a boa execução do movimento.

3ª rodada – Bi-set

# Exercício 1: Encolhimento com barra pela frente
Particularmente, esse exercício é proposto de uma forma um tanto quanto atípica, na qual aprendi com um amigo powerlifter alguns truques de execução, com algumas variações.
Em primeiro lugar, utilizaremos uma pegada não aberta, mas fechada, quase com um palmo e meio de distância entre uma mão e outra. Isso dificultará brutalmente o trabalho e também ativará ainda mais o pico do trapézio. Procure não fechar as mãos por completo, mas deixar os dedões na extensão da barra, possibilitando uma menor tensão nos punhos.
Agora, se você pensa que essa é a única dificuldade, se enganou!! Curve a região das suas vértebras torácicas, como se você fosse “corcunda”.
Agora, contraia! Contraia e contraia mais!!!! Faça seus trapézios arderem e tente encostá-los, literalmente nas orelhas. Cerca de 8-12 repetições nesse movimento são suficientes para aniquilar o músculo alvo.
# Exercício 2: Crucifixo inverso na máquina
Como você, provavelmente estará aniquilado com o treino, utilizaremos a máquina para fornecer-nos melhor estabilidade e também para conseguirmos uma contração máxima dos deltóides posteriores e trapézio.
Vá até o crucifixo e realize de 8-15 repetições! Não há muito segredo nesse exercício relativamente fácil, mas, é sempre bom ficar atento para não acabar trabalhando demais os dorsais e de menos os deltóides posteriores. Para isso, utilize o banco da máquina um pouco mais baixo do que o que a maioria das pessoas costuma usar e não tenha medo de se curvar levemente para frente.
Não faça a mesma pegada que você realizaria no crucifixo para os peitorais, mas sim, uma pegada com as palmas das mãos voltadas para baixo.
Realize esse bi-set por 3 rodadas.
E então, o que você está esperando para aniquilar a parte posterior de seu corpo?

A importância da L-Glutamina


Muito se fala sobre a L-Glutamina, mas será que ela realmente é importante para o praticante de musculação? E como deve ser usada?

Sendo os aminoácidos pequenos blocos resultantes da hidrólise das proteínas, ou seja, estruturas básicas que constituem as proteínas que, por conseguinte constituem praticamente a vida, a L-Glutamina é o aminoácido livre em maior abundância no corpo humano. Produzida principalmente nos músculos (e, presente principalmente em músculos com predominância de fibras do tipo I) e distribuída pelo sangue, a glutamina é de extrema importância para inúmeros processos metabólicos e, mais do que isso, serve também de substrato para inúmeras células obterem um bom funcionamento, o que é o caso, por exemplo, do sistema imune, em especial, em momentos de estresse. Ainda a respeito de seus principais papéis metabólicos, a L-Glutamina é importantíssima em outros processos químicos do corpo envolvendo diversos aminoácidos e também a glicose (açúcares).
a importancia da glutamina A importância da L Glutamina
Suas primeiras especulações ocorreram em 1873, através de Hlasiwetz e Habermann como uma molécula importante para algumas muitas funções biológicas, principalmente através de observações que envolviam a amônia liberada pela L-Glutamina. Porém, apenas em 1935, Krebs conseguiu demonstrar a participação da Glutamina em alguns desses processos biológicos.
ebade9ef 19bb 4c9c 8123 9190cbcf086a A importância da L Glutamina
L-Glutamina (sintetizada pelas enzima glutamina sintetase e degradada pela enzima glutaminase) é considerada um L-α-aminoácido (composta por carbono, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio) não essencial, ou seja, um aminoácido o qual o corpo é capaz de produzir naturalmente (apesar de em alguns casos, haver necessidade do uso exógeno de glutamina). É um aminoácido polar, apesar de seu radical não ser carregado, sendo assim hidrofílica e facilmente hidrolisada por ácidos e bases. Quando o Glutamato é convertido em Glutamina, em processo envolvendo o uso de ATP, a glutamase então, mostra-se essencial e, por conseguinte a glutamina sintetase também, para que outra glutamina seja sintetizada.
No tecido cerebral, a glutamina, por exemplo, é indispensável, visto que a mesma é utilizada para controle das concentrações de amônia, íon esse que é extremamente tóxico ao corpo e que, de qualquer forma, faz parte do metabolismo também. Além disso, ela é responsável pela regulação do pH em outras partes do organismo. A Glutamina estimula diversas vias de sinalização celular, dentre elas a degradação proteica, proliferação celular, morte celular (apoptose), como mecanismo de sobrevivência celular aos EROs (radicais livres).
A quantidade de Glutamina disponível em um adulto de 70kg pode variar de 70-80g e ela é liberada constantemente conforme a necessidade do corpo. Entretanto, percebe-se que, quanto maior a necessidade, maior então é a síntese de L-Glutamina pelo corpo e, obviamente, maior é a sua liberação (esses são os casos de estresses sofridos pelo corpo, casos de câncer, HIV e outras doenças também). Quando sofremos algum tipo de lesão, o nitrogênio é um dos compostos principais e necessários para reparar o tecido em questão e, por conseguinte, manter a sua integridade. E este, claro, vem também da L-Glutamina.
A glutamina é transportada para o meio intracelular (e, diga-se de passagem, entre os aminoácidos é o que possui maior velocidade de passagem do meio extracelular para o meio intracelular) através da sinalização de alguns hormônios anabólicos tais quais a insulina e os IGFs (fatores de crescimento), enquanto os glicocorticoides fazem o inverso.
É irrefutável que a L-Glutamina de fato tenha suas aplicações no meio clínico e não é a toa que ela, quando administrada pelas vias, nas quantidades e, claro, de maneira correta, possui excelentes resultados. Porém, diante de tantos aspectos relacionados ao metabolismo e principalmente aos músculos que envolvem a glutamina, começou-se então a especular sobre sua utilização de formasuplementar não mais em âmbitos clínicos, propriamente ditos, mas também, em ambientes esportivos. Isso porque, o exercício físico (intenso/prolongado) induz o aumento nas células do sistema imune e sua atividade e estas, são dependentes da L-Glutamina. Entre outros processos, a glutamina é ressintetizada também, durante o exercício físico pelo músculo, dos BCAAs. A L-Glutamina está envolvida com o processo de anticatabolismo muscular, pois, quando níveis consideráveis de L-Glutamina deixam o músculo, as células ficam desidratadas. Além de todos esses benefícios, a L-Glutamina, em literaturas recentes, é apontada como resultante de um aumento de 400% do hormônio do crescimento, o famoso GH, extremamente anabólico ao corpo.
Controversas:
Apesar de em alguns estudos, como os realizados por Bowtell ET Al em 1999, onde mostram eficácia do uso de 8g/pós-treino de glutamina como eficiente no aumento da concentração de glicogênio muscular e mais tarde em outros estudos por inúmeros autores como importante no papel de antioxidante, hoje, a L-Glutamina em alguns estudos mais recentes não tem apresentado extrema eficiência. Algumas especulações mostram que a quantidade do aminoácido absorvida pelo corpo, somado as perdas no trato gastrointestinal a tornam ineficiente para sua chegada ao músculo, fazendo com que a mesma exerça suas funções. Ao que tudo indica, o que melhor vem apresentando resultados são técnicas para reduzir o desgaste de glutamina muscular, tais quais a diminuição do volume de treinamento ou protocolos intensos de treinamento, aliados a suplementação de proteínas completas, tais quais a caseína ou o próprio whey protein, mostrando-se muito mais eficiente do que o consumo isolado ou até mesmo de shakes enriquecidos com L-Glutamina.
Entretanto, existem inúmeros protocolos a respeito do uso da Glutamina, o que confere uma particularidade de individualidade e preferência entre eles. Portanto, este é apenas um exemplo de protocolo que poderá ser utilizado:
Ao acordar: 10g-20g
Antes do treino: 15g-30g
Após o treino: 15g-35g
Antes de dormir: 10g-20g
Durante o dia (se necessário): Dividir 10g
Antes de aeróbios (se necessário): 10g
Após aeróbios (se necessário): 10g

O custo X benefício dos suplementos alimentares


Aprenda mais sobre o custo X benefício dos suplementos alimentares e aprenda a comprar o que mais chega perto de sua necessidade, com um preço mais acessível!

Em pleno século XXI, vivemos em uma sociedade freneticamente projetada cada vez mais ao progresso rápido, à agilidade, à rapidez na realização de todas as coisas, o cumprimento de árduas e inúmeras tarefas diárias, à rápida locomoção, a rápida necessidade de comunicação e entre muitas outras características que englobam a globalização como um todo, aliando sim inúmeros aspectos positivos ao desenvolvimento humano, mas, ao mesmo tempo, aliando caracteres que tornam negativos muitos dos efeitos produzidos por tais comportamentos.
custo beneficios dos suplementos alimentares O custo X benefício dos suplementos alimentares
A exceção de invenções extraordinárias, como, por exemplo, as que fizeram o homem chegar à lua, por um lado antes, conseguíamos todas as mesmas façanhas básicas que conseguimos hoje, o que na verdade se modificou foi basicamente a forma com que estas hoje são realizadas. O fato é que, se tivéssemos de colher uma laranja no pé a 700 ou 800 anos atrás em um local primitivo para fazer um suco com a fruta, teríamos de primeiramente localizar uma laranjeira, então contar que tivessem frutos na mesma, subir na árvore ou utilizar algum acessório primitivo para conseguir tirá-la do pé e então, por fim, descê-la, levar para casa, higienizar basicamente, descascar, processar e depois colocá-la na mesa para o consumo. Porém hoje, se quisermos fazer isso, giramos a chave do carro, vamos a qualquer vendinha de esquina a 2 quarteirões de casa, pagamos por uma caixinha de suco de laranjas pronto, voltamos para casa e o suco já está lá, gelado (caso tenha sido comprado gelado) e sem a necessidade de quaisquer mínimos processamentos pré-consumo. Por conseguinte, ambos os casos forneceriam o produto final para ser consumido, mas, com processos totalmente diferentes.
626fbb2d 7239 41d5 a589 4301eac12f20 O custo X benefício dos suplementos alimentares
Diante desses e de outros tantos aspectos que passaram a se modificar com o decorrer desses anos todos, está o culto ao físico. De alguma forma, o homem pôde parecer e entender ser superior intelectualmente a praticamente todas as espécies no mundo. E não é a toa que hoje, de fato somos os mais capazes de realizar feitos por nossa vontade e não apenas pelo instinto animal (que todos têm e, aliás, muitos acabam por encubá-los até demais).
Se bem posso me recordar, no mundo animal, referências mostram que no mundo feminino, são selecionados naturalmente os machos que melhor parecerão convenientes para acasalar e, então, a fêmea gerar um ser digno para dar continuidade a sua espécie. Além disso, esse macho deve aparentar maiores “dotes” ou “dons” a fim de possivelmente transmiti-los para sua próxima geração. Implicitamente, o ser humano acaba por fazer isso, de uma maneira muitas vezes até inconsciente, é claro. Porém, mais além do que esses aspectos mentais implícitos, estão os explícitos, como no caso dos gregos que, propositalmente cultuavam seu físico com inúmeras finalidades (como a religiosa, por exemplo) ou até mesmo do humanismo, do iluminismo etc.
Este culto que o passou a ser modificado no decorrer dos anos, hoje é reflexo apenas de algo que está sendo resgatado. Isso porque, diante dos diversos momentos em que a evolução aconteceu, diversas foram as características que se tornaram presentes dentro de cada sociedade diferente: A França antiga mostrava-se satisfeita com homens gordos, que demonstravam poder, fartura e riqueza. Já outras sociedades admitem pessoas magras como fonte de inspiração. E, verdade seja dita: Não há uma regra de padrão nem de corpo nem muito menos de culto ao físico, mas aquilo que é conveniente e, de certa forma, realidade para aquele grupo específico.
Hoje, aos ocidentais, um corpo que aparente saúde, mas, ao mesmo tempo apresente um certo grau de virilidade para os homens é o mais aceitável. Já as mulheres, passaram da fase “gordinhas” para “magrinhas” e hoje, as mais valorizadas são as chamadas “turbinadas”. Pessoas essas que, a qualquer custo procuram buscar referências e opções para cada vez mais ter um corpo como a sociedade supostamente impõe. Com isso, um dos ramos que mais vem crescendo mundialmente, mas, mais especificamente no ocidente (apesar do oriente hoje já possuir uma grande disponibilidade destes) é o de suplementos alimentares. O markting aliado a necessidade que existe de fato que envolvem esse mercado é tão grande que nem nós mesmos fazemos ideia. Milhões de dólares são mobilizados diariamente para tal.
Mas, será que os suplementos alimentares realmente proporcionam o que desejamos e, será que ocusto X benefício realmente vale a pena? Aliás, quando falo em custo X benefício, não estou falando unicamente dos fatores financeiros, mas também de saúde, de satisfação e, claro, uma possível ilusão que, para muitos terminará em uma grande DESILUSÃO.
importância dos suplementos alimentares certamente é grande não só para um praticante de atividades físicas, atletas e tampouco para os indivíduos que buscam resultados unicamente estéticos, mas também, para pessoas que possuem alguma necessidade específica (ou necessidades específicas) que não são supridas unicamente com a dieta tradicional. Estes, normalmente são conhecidos como os complementos alimentares. É indiscutível que estes possuem uma aplicabilidade muito mais ampla do que qualquer classe de suplementos. Entre os principais, estão, por exemplo, as proteínas em pó, alguns aminoácidos, os shakes hipercalóricos, os repositores de eletrólitos etc. Entretanto, se falarmos mais especificamente de performance e estética, cairemos no ramo dos suplementos ergogênicos. Suplementos esses que possuem a finalidade de reduzir a fadiga momentânea do treino, aumentar algum tipo de síntese/fluxo/metabolismo, aumentar o rendimento do treino entre outros.
Se há algo comum entre ambas as classes citadas de suplementos alimentares é que ambos podem ou não funcionar. E isso não dependerá apenas da individualidade biológica de quem está usando ou até mesmo de suas necessidades, propriamente ditas, mas também, da qualidade e da idoneidade do produto, fatores esses que determinarão um bom, um médio ou um péssimo custo X benefício.

Mas e então, para escolher qual suplemento alimentar devo utilizar, qual é a maneira mais correta ou, com menos chances de errar?

Em primeiro lugar, financeiramente e, do contrário do que a maioria costuma acreditar, nem sempre o suplemento mais caro é o melhor suplemento ou a melhor opção para você. Vejo indivíduos gastando horrores em suplementos que até podem possuir uma ótima qualidade e podem de fato ser suplementos que funcionam, mas esquecem de investir na… Adivinhem… DIETA!!! Ou seja, o sujeito quer complementar o que ele não tem!
Além disso, como dito, esse mercado envolve muito marketing e marketing esse que pode fazer você, um pouco menos entendido no assunto, acabar por gastar seu sofrido dinheiro sem a menor necessidade quando poderia ter os mesmos ou até melhores resultados utilizando protocolos bem mais simples de suplementação. Lembre-se que, assim como tudo, marca conta como fator para aumento no custo do final do produto. O Whey protein é um caso clássico desses: As filtragens, a tecnologia, a coerência entre as informações nutricionais dos produtos e a realidade… Tudo isso conta e, conta muito diga-se de passagem. O que acontece é que, por exemplo, fica fácil enganar um leigo dizendo que um whey concentrado de 99% de concentração de proteína custa um terço do valor de um whey de altíssima qualidade importado isolado com 96-97% de concentração. Aí, o consumidor desavisado, deixa de lado a pesquisa, enche os olhos de brilho e pensa “vou levar o mais concentrado e, ainda pagar mais barato? Bem, é claro que é ele então!”. O mesmo vale também, ao olharmos as famosas cápsulas de BCAAs: Normalmente, muitos esquecem de olhar a concentração de BCAAs por caps e olham apenas na dose. O resultado é que enquanto uma, aparentemente pode parecer mais concentrada, apenas tem um número X de cápsulas maior do que a outra, justificando a característica de mais concentrada NA TABELA NUTRICIONAL e não no produto em si. Por isso, atenção SEMPRE.
Em segundo lugar, nem sempre o suplemento “aparentemente mais forte” é o mais eficaz. Vejo indivíduos que, por exemplo, escolhem qual proteína tomar, olhando qual produto possui maior quantidade de proteínas por porção. E você acha, que para o corpo, mais contará uma proteína de altíssima qualidade em quantidades um pouco menores ou uma proteína de péssima qualidade em maior quantidade? A exemplo, certamente é muito mais conveniente ingerir no pós-treino 20g de mix de whey protein isolado com caseína do que 50g de proteína texturizada de soja ou algum tipo de extrato de soja, não é mesmo? Assim também vale para outros tantos suplementos. Quer um outro exemplo clássico? Quem nunca se deparou com alguém escolhendo suplementos pelo quanto teoricamente o produto vai durar e não pela qualidade em si?
Certo, a realidade do brasileiro não é mesmo escolher tudo unicamente por qualidade, mas, será que não poderíamos escolher a melhor opção entre as mais plausíveis e abrir mãos de coisas desnecessárias? Que tal economizarmos um pouco com saidinhas de finais de semana ou até mesmo investindo na última promessa de pre-workout e comprar uma boa fonte de whey protein juntamente com L-Leucina e Creatina? Fim, você não precisará de muito mais além disso. Talvez adicionar um pouco de Beta Alanina, caso tenha disponibilidade financeira…
“Custo benefício” para mim não é a utilização do suplemento top de linha e nem do mais inferior. Este termo, ao meu ver, nos deveria fazer pensar no ou nos suplemento(s) que mais consumimos X o que melhor encaixa em nosso bolso e, aí sim com a melhor qualidade possível. Entretanto, sendo suplementos tão caros e, tão propícios a sofrerem algum tipo de alteração (e sim, isso há na indústria), é melhor que esse dinheiro seja relativamente possível de ser gasto com um bom produto. Caso não seja assim, custo benefício me faz pensar então em modificar a dieta da melhor maneira possível e retirar suplementos da dieta. Sim, você leu bem: RETIRAR OS SUPLEMENTOS DA DIETA, afinal, compensa comer e ter total certeza do que se está usando do que não comer adequadamente ou, até comer razoavelmente bem e desperdiçar o seu dinheiro com porcarias.
Em terceiro lugar, devemos lembrar que informação é tudo! Mas, informação correta. Digo isso pois, ao abrirmos qualquer página fitness de internet, ao comprarmos qualquer revista do gênero ou até mesmo fazer uma pequena busca no Google, encontraremos diversas fontes, referências e informações. Muitas delas, de fato corretas e úteis. Mas grande parte, devo dizer que não passa de bobagem adicionado a achismo. Aliás, se pararmos para ler o rótulo de muitos desses suplementos (e falo dos importados e nacionais) iremos nos chocar com tanta informação comprada e totalmente mentirosa, que chega a desafiar as leis básicas da bioquímica e da fisiologia. O leigo lê, acredita na primeira referência e, sequer decide antes se consultar com um profissional da área (e falo de nutricionistas!!) para obter a informação realmente correta e individualizada a si. Muitas vezes, por mais que a informação adquirida nessas fontes de confiança duvidável pode ser correta, mas, não se encaixará com a sua realidade ou com as suas necessidades. Portanto, ter alguém experiente e capacitado para orientá-lo é fundamental para obter o melhor custo X benefício dos suplementos, escolher pelos corretos, nas quantidades corretas e, claro, seguir os protocolos corretos de utilização, pois, não adianta nada ter o ou os melhores suplementos nas mãos e não saber como usá-los adequadamente.
De uma vez por todas, é importante saber que você pode gastar 300 ou 400 reais em 2, 3 ou 4 potes de suplementos alimentares brilhantes, saborosos e de rótulo bonito, mas, de que adiantará todo esse investimento se você continuar cometendo os mesmos erros clássicos e crassos? Esse mesmo valor poderia ser empregado em uma consulta com um profissional que pudesse, de maneira muito melhor, instruir seus passos. O fato é quando passam, por conseguinte, a não acreditar que são esses que farão a diferença.
Conclusão:
Conclusivamente, podemos crer que, hoje, é possível obter um bom custo X benefício com os suplementos alimentares e com a altíssima tecnologia que neles é implantada pela indústria, desde que, primariamente se tenha uma alimentação coerente (afinal, suplemento não é comida e não deve substituir a comida), informação correta (e de fontes confiáveis) e orientada por um bom profissional da área e claro, abrir os olhos ao que pode parecer marketing sem funcionalidade.
Portanto, jamais saia gastando seu dinheiro sem esses prévios cuidados e assim, obtenha o máximo prazer no desenvolvimento do seu corpo com protocolos corretos e, claro, acessíveis ao seu bolso. Dê valor a sua saúde, ao seu esforço e a você mesmo!
Bons treinos!

Três piores maneiras de consumir whey protein


Conheça três maneiras das quais você não deve consumir o seu Whey Protein!

whey protein é um dos suplementos não só mais utilizados no mundo inteiro mas também um dos suplementos com maior eficácia em termos de aproveitamento e ação. Servido para diversos objetivos, sejam eles voltados ao ganho de massa muscular, a perda de gordura corpórea, a manutenção do peso ou simplesmente um melhor aporte proteico, o whey protein hoje é implantado com altíssimas tecnologias pelas mais diversas empresas de suplementos nacionais e internacionais. O que antes, simplesmente não passava da retirada do soro do leite, hoje se tornou um produto de ponta, com proteínas cada vez mais melhoradas para o melhor aproveitamento pelo corpo, envolvendo desde as mais simples até as mais complexas filtragens e hidrólises. Isso, sem contar com a adição de diversos compostos benéficos tais quais vitaminas, sais minerais, enzimas digestivas, entre muitos outros.
piores maneiras de consumir whey protein Três piores maneiras de consumir whey protein
Entretanto, não é nada incomum vermos pessoas que não consomem sua proteína de maneira adequada e, muitas vezes devido a falta de orientação por bons profissionais de nutrição. O resultado disso é que estaremos jogando dinheiro na lata do lixo, lembrando que o whey protein hoje não é um dos produtos mais baratos. Portanto, se você valoriza seu dinheiro, mas acima disso quer ter bons resultados, não deixe de conferir as três piores maneiras de consumir whey protein e evite-as.
Antes, devo lembrar que essas especificações englobam o uso do whey protein visando a qualidade de atletas ou esportistas praticantes de musculação e não simplesmente pessoas que utilizam a proteína em outras finalidades (como, por exemplo, em casos de cirurgia bariátrica, desnutrição etc).
f7b67e0c 27b7 4624 a607 02958c1eb618 Três piores maneiras de consumir whey protein
1 – Consumir Whey Protein com comida
Se o objetivo do whey protein é ser rapidamente absorvido após sofrer pouca ou nenhuma digestão, é incoerente consumirmos tal proteína com alimentos sólidos, principalmente se estivermos falando de alimentos sólidos proteicos de origem vegetal. Isso não só causará um retardo na absorção do whey (quebrando por completo sua finalidade neste caso), mas também poderá inibir parte da absorção do mesmo, visto que proteínas de origem vegetal normalmente devem ser consideradas com seu aminoácido limitante. Alimentos sólidos ainda conferirão uma absorção lentificada ao whey protein em contrapartida com um pico de aminoácidos grande na corrente sanguínea que, por conseguinte também cairá rapidamente, deixando muitas vezes o corpo carente por nutrientes. Portanto, comida sólida, com comida sólida e, deixe o whey para momentos mais oportunos como o pós-treino.
2 – Consumir whey protein com frutas
Sim, apesar das frutas também serem englobadas na “comida” como citado acima, elas merecem uma atenção um tanto quanto especial. Essa atenção se deve em primeiro lugar as recomendações pífias de muitos lamentáveis profissionais que recomendam a utilização dessa maneira.
A grosso modo, se imaginarmos que o whey protein deve ser consumido com carboidratos de fácil digestão, poderíamos cogitar a hipótese de que as frutas seriam uma boa opção, principalmente as com maior teor de açúcar, não é mesmo? Pois bem, mas, se lembrarmos, a frutose (grande parte do carboidrato presente nas frutas) possui um impacto glicêmico relativamente bem menor do que a glicose. Além disso, ela está associada com alguns distúrbios gástricos, demora mais para ser metabolizada e, pasme, inclusive está associada com a resistência à insulina, ou seja, totalmente o contrário do que um praticante de musculação busca.
Frutas ainda normalmente possuem um teor considerável de fibras, fazendo com que o retardo do esvaziamento gástrico seja ainda maior… O resultado é que novamente perdemos o benefício da rápida digestibilidade e, consequentemente absorção do whey protein.
3 – Utilizar whey protein em todas as refeições
Quando falamos de proteínas, diversas são as fontes e, consequentemente diversas são as configurações protéicas de cada uma delas. Com isso, obtemos diferentes respostas frente adigestibilidade, absorção, valor biológico, aminograma, tempo que os aminoácidos ficam circulantes no sangue, interações proteicas entre muitas outras.
Especificamente falando do whey protein, temos uma proteína pré-digerida ou em muitos casos totalmente hidrolisada, proporcionando assim uma absorção rápida, visto que os processos digestivos são antecipados. Além disso, naturalmente as proteínas do leite possuem uma ótima digestibilidade pelo corpo, o que já faz o whey protein possuir um ótimo aproveitamento no corpo, além, claro, do seu altíssimo valor biológico e suas altas dosagens de L-Leucina, extremamente importante na síntese muscular e no estímulo da mesma.
Entretanto, da mesma forma que os aminoácidos decorrentes do whey protein entram na corrente sanguínea, eles também causam uma alta hiperaminoacidemia. Por conseguinte, como quase tudo que promove uma rápida resposta no corpo, essa hiperaminoacidemia tende a cair mais depressa, quando comparado com outras fontes proteicas de lenta digestão como a caseína, a albumina do ovo ou até mesmo algum tipo de carne, seja bovina, de aves ou peixes.
Desta forma, se utilizarmos whey protein durante o dia no lugar de proteínas sólidas ou até mesmo líquidas, mas com configuração que as permita ser digeridas por mais tempo, teremos um balanço nitrogenado nada interessante (isso, sem contar o dinheiro jogado no lixo). Ter um balanço nitrogenado positivo é essencial durante o processo de ganho de massa muscular ou até mesmo para a manutenção da mesma.
Falando ainda do whey protein, ele possui um estímulo significativo na insulina, devido aos teores de L-Leucina e por seu aminograma como um todo. Isso, possivelmente pode fazer com que haja algum acúmulo de gordura, apesar de não haver nada que possa comprovar isso. Portanto, caso queira utilizar whey protein entre as refeições, você até pode fazê-lo, desde que, neste caso, combine-o com outras fontes proteicas como a caseína e a albumina e, se possível, adicione outros alimentos que retardem um pouco a digestão como alimentos fibrosos ou fontes de lipídios (com exceção de lipídios de cadeia média e curta que NÃO retardam o esvaziamento gástrico).
Conclusão
Whey Protein é uma ótima fonte de proteína, desde que bem utilizado, da maneira correta e nos momentos corretos. Lembre-se que o whey protein é um complemento nutricional e não substitui uma alimentação equilibrada.
Bons treinos!

M-Drol: Conheça melhor este pró-hormonal


Conheça os prós e os contras de se usar o M-drol. Efeitos colaterais, fórmula e o motivo de sua proibição

Um artigo sobre o M-drol, um dos “pró-hormonais” mais conhecidos e utilizado no mundo inteiro!
m droll efeitos colaterais M Drol: Conheça melhor este pró hormonal
Nos último ano, talvez o que mais tenha chamado a atenção não só dos marketeiros dos suplementos, mas também da indústria e, claro, dos consumidores, foi o crescente aumento na produção dos chamados “Pró-Hormonais”, assim como de seus consumidores, geralmente indivíduos adolescentes e sem grandes informações no que se diz respeito ao uso de substâncias sintéticas.
a2ad218c a5d3 4187 b89b 92a0d45420e1 M Drol: Conheça melhor este pró hormonal
[ad#2]Talvez um mero ergogênico, esses pró-hormonais, conhecidos como PH são normalmente substâncias que são convertidas em algum tipo de hormônio anabólico, geralmente esteróide e, diferente dos pré-hormonais que geralmente são “precursores hormonais”, ou seja, são substâncias que servem como matéria prima para a tal produção, os pró-hormonais já são previamente configurados para se tornarem a própria substância (no caso hormônio) dentro do corpo, através, normalmente de alguma ligação com algum composto dentro do corpo, ou por processo enzimático. Todavia, as vias de regra ainda são desconhecidas e os efeitos ainda são especulações não totalmente entendidas.
M-Drol é basicamente formado por um composto chamado 2a,17a di methyl etiocholan, uma forma diferente de escrever 2a,17a-dimethyl-17b-hydroxy-5a-androstan-3-one que é a fórmula de um outro PH chamado Superdrol. Traduzindo em palavras mais simples, ambos são metilados nas segunda e na décima sétima posição (provavelmente favorecendo a ligação de outros radicais monovalentes por valência). Além disso, ambos possuem uma hidroxila na décima sétima posição B e por fim uma cetona na terceira posição.
Essa substância é um derivado do DHT, fazendo com que o aumento da massa muscular magra e a redução do percentual de gordura sejam acentuados, além de acrescentar níveis de energia, resistência e consistência a musculatura. Ainda sobre o grupo 2-Methyl, este é um composto com pouca conversão em estrógeno, pois o 5a- é reduzido e um anel-alquilados é adicionado acima dele. O mesmo ainda é utilizado para redução do câncer de mama, fazendo então jus a sua capacidade de diminuir a retenção hídrica no corpo.
A androgenidade do produto é também relativamente baixa e quase nula. Na verdade, entre os colaterais mais temidos como problemas hepáticosrenais e outros o principal problema do M-drolainda é a supressão do eixo hormonal endógeno após seu uso.

Mas o que esperar do chamado M-Drol?

A princípio, devemos esperar que ele seja aparentemente um suplemento inofencivo que trará ganhos de, segundo alguns usuários, 6 ou mais quilos em 4 semanas de uso. Outros chegam a relatar incríveis ganhos de até 12kg no mesmo período. Mas, de onde vem todo esse peso se estamos falando de um suplemento e não de um esteróide anabólico, propriamente dito (que mesmo assim, na maioria dos casos provavelmente não acrescentaria todo esse peso se levarmos em consideração apenas o ganho MUSCULAR)? E foi justamente fazendo esse tipo de pergunta, que os efeitos colaterais começaram a ser investigados e começou-se a perceber que o M-Drol não tratava-se de uma substância tão inofenciva assim na medida em que seus efeitos colaterais se aproximavas, igualavam e em alguns casos até mesmo ultrapassavam os de EA’s. Dentre eles, os mais comuns eram a queda de libido, acne, oleosidade na pele, irritação (humor) e algum tipo de problema gastro intestinal, como azias ou náuseas. E no decorrer disso percebeu-se que a conversão através da ligação com compostos do corpo, fazia do M-Drol um esteróide anabolizante, propriamente dito, porém, mascarado pela indústria de suplementos. Aliás, os colaterais começaram a ser tão intensos nesse tipo de produto que começou-se a fazer necessário uma TPC (Terapia pós-ciclo) após seu uso, além de utilizar agentes protetores do fígado, normalmente medicamentos. Em tempo, esses “protetores” e minimizadores de efeitos colaterais vinham (em alguns casos) presentes nos próprios produtos. O resultado disso, todos nós sabemos: A proibição da fabricação e comercialização deste tipo de produto.

Efeitos colaterais mais comuns do uso de M-Drol:

- Diminuição do apetite sexual (vontade de fazer sexo);
– Pressão alta;
– Queda do cabelo;
– Problemas no fígado, por ser um produto hepatotóxico;
– Ginecomastia;
– Ansiedade;
– Depressão; e muitos outros.

Como usar o M-Drol?

Para quem esta usando o produto pela primeira vez, é necessário tomá-lo devagar, por isso você deve dividir em semanas o uso do produto. Na primeira semana você deve usar um comprimido por dia. Na segunda e na terceira semana, você pode aumentar a dose para 2 comprimidos ao dia. Lembrando sempre que cada organismo reage de uma forma, este método é o mais eficaz e que tentar trazer os menores colaterais.
meia-vida do M-Drol é de 12 horas, por isso a partir da segunda semana, quando passar a tomar 2 comprimidos por dia, deve ser tomado de 12 em 12 horas, ou seja, se você tomou uma dose 8 horas da manhã a outra deve ser tomada as 20h.
custo X benefício de um ciclo com PH contraposto ao custo X benefício do uso de esteróides anabolizantes, pode ser basicamente definido da seguinte maneira:
Prós: Não é assumidamente um esteróide anabolizante; Seu uso pode ser mascarado, diante as pessoas, pela facilidade de consumo; O preço é bem inferior ao de um ciclo de esteróides anabolizantes; Até sua proibição, não era considerado uma substância ilegal.
Contras: Possui os mesmos efeitos colaterais de esteróides anabolizantes; Os ganhos não chegam nem aos pés de esteróides anabolizantes; Ao certo não se conhece os compostos por inteiro deste tipo de substâncias; O eixo em alguns casos é alterado de maneira mais eficaz do que com EA’s.
Além disso, podemos perceber que o M-Drol é utilizado normalmente por indivíduos sem um devido preparo em treinamento, dieta e conhecimento, fazendo com que os relatos referentes aos ganhos sejam qualitativamente inferiores, na medida em que muitos acabam por ganhar peso gordo, retenção hídrica e, pouco músculo, propriamente dito, além, claro, de haver grandes perdas no período pós-ciclo, provavelmente pela retenção.
Vale a pena lembrar que no rótulo do próprio produto a fabricante não aconselha o uso por pessoas menores de 21 anos e nem por mulheres. Portanto se você é mulher e quer fazer o uso do produto, tire isto de sua cabeça! Este produto tem alto risco de aromatização. Também não é indicado para pessoas que possuem pressão alta ou algum problema de saúde/coração.
Importante: O Site dicas de musculação não recomenda qualquer uso de quaisquer substâncias! Consulte sempre um profissional competente. Este artigo é apenas para conhecimento.

Como elaborar uma boa dieta feminina!


Conheça como devemos pensar e elaborar uma dieta feminina voltada ao ganho de massa muscular

Hoje vamos conhecer melhor algumas dicas e protocolos para elaboração de uma boa dietafeminina. Será que ao montar uma dieta voltada a uma mulher devemos esquecer tudo que sabemos para os homens e focar em uma nova idéia de dieta e suplementação ou podemos apenas adaptar uma coisa ou outra? Conheça melhor como deve ser uma dieta e suplementação voltado as mulheres!
dieta suplementaca feminina Como elaborar uma boa dieta feminina!
Ao falarmos de hipertrofia muscular, ou de ganhos musculares, que é o termo que acho mais coerente para o aumento do tamanho muscular, normalmente redirecionamos nossa visão para um ser do sexo masculino, robusto e forte. Claro, não poderia mesmo ser diferente, uma vez que já está implícito em nossa cultura que é o macho, ou no caso, o homem o responsável por passar segurança, firmeza, força e, isso porque, no decorrer da evolução, por condições talvez genéticas (e genéticas que também se desenvolveram) o macho é biologicamente e fisiologicamente projetado com essas características para estas finalidades. Fatores que moveram a nossa evolução, tais quais a caça, a pesca, a subida em lugares altos para fugir de perigos ou encontrar alimento, a necessidade de força bruta para mover objetos pesados… Tudo isso está sempre relacionado com a força masculina.
29bc9d7d c28b 4dbf 8e41 f5b0b9763157 Como elaborar uma boa dieta feminina!
Não é a toa que o ganho muscular pelo lado do sexo masculino acontece de maneira muito mais fácil do que no sexo feminino: Os hormônios contribuem, as estruturas ósseas, as características emocionais (que muitas vezes estão ligadas com os hormônios também), entre outras muitas.
Mas isso tudo não quer dizer que mulheres também não podem aumentar sua massa muscular e, inclusive aumentar de maneira significativa. As mulheres também possuem mecanismos para que isso aconteça, claro, em menores proporções, tratando-se também de indivíduos NATURAIS, ou seja, que não possuem quaisquer distúrbios e/ou fazem uso de algum tipo de substância exógena.
Há algum tempo atrás, a busca pela beleza física por parte das mulheres eram outros, afinal, os padrões estéticos eram diferentes dos de hoje. Mas, por algum motivo, hoje, cada vez mais valorizam-se mulheres não mais gordinhas ou magrinhas, mas, as chamadas “turbinadas” ou, simplesmente as mulheres que apresentam um bom (e grande) tônus muscular. Isso tem feito com que a procura pelo aumento da massa muscular tenha sido cada vez mais freqüente. Por conseguinte, se essa busca existe, então quais devem ser os protocolos a adquirirmos para maximizar esses resultados, visto a diferença que há entre o sexo masculino (público normalmente com maior ênfase para ganho de massa muscular nas academias) e o feminino? Será que o fato de mulheres, por questões biológicas e fisiológicas, terem maior facilidade no acúmulo de gordura corpórea, devemos escolher dietas e protocolos muito diferentes dos homens?
A primeiríssima variante nesse processo é a dieta. Basicamente, a dieta é o que regerá o sucesso ou o fracasso de qualquer planejamento estético que envolva o trabalho muscular. Além disso, sabemos que é até possível (mas não ideal) manter um corpo esteticamente aceitável apenas com dieta e sem exercício (repito, não é o ideal), entretanto, somente o exercício não seja capaz de gerar bons resultados sem uma alimentação coerente.
Por suas características metabólicas e fisiológicas diferentes, as mulheres necessitam de protocolos de dieta normalmente menos calóricos do que em comparação aos homens, com raras exceções e, claro, tratando-se de indivíduos com uma estrutura física próxima. Mas, a distribuição dessa dieta pode ser tida como algo muito próxima. Um bom protocolo dietético visa primeiramente atender as necessidades individuais de acordo com o peso, altura, quantidade de massa magra X gordura e idade do indivíduo. Porém, outras variantes são também o sexo e o objetivo, é claro.
As distribuições dos macronutrientes pode e certamente variará entre uma mulher e outra, assim como para um homem e outro. Talvez, pela quantidade total de kcal consumidas num dia, não haja necessidade do consumo de 2g ou mais gramas de proteínas por quilo corpóreo (“PODE SER”), no caso do sexo feminino, visto que a capacidade de síntese muscular é menor. Não quero levar-nos a uma longa discussão a respeito de uma margem que possa ser segura no consumo protéico pelo sexo feminino, mas, se sabemos que a síntese muscular natural feminina é de fato menor, será que vale realmente a pena altas dosagens de proteínas e, principalmente em contrapartida uma negligência aos outros macronutrientes? Por conseguinte, manter as regrinhas básicas para o consumo de lipídios, atingindo pelo menos cerca de 25-30% na dieta e complementar o restante com os carboidratos, dando preferência aos complexos, pode ser uma boa estratégia inicial.
Da mesma forma, as mulheres jamais devem negligenciar a ingestão dos micronutrientes. Aliás, por falar em micronutrientes, como há uma infinidade deles, seria impossível citar a curto momento a variação de cada um deles perante a cada um dos sexos, mas, sabe-se que alguns micronutrientes devem receber atenção especial para um ou outro sexo. Portanto, atenção nisso!
Por último, se tratando de fatores relacionados à alimentação, não podemos deixar de lembrar dahidratação que deve ser extremamente levada em consideração, não tão somente pela necessidade que há em hidratar-se corretamente para ter uma boa saúde e para garantir todos os benefícios da mesma: Lembre-se que a hidratação está também diretamente associada a performance.
Falando de suplementação básica, também não temos para onde correr muito. Com exceção de alguns produtos ergogênicos, normalmente utilizamos os mesmos tipos de suplementos para homens e mulheres: Ao acordar, durante o dia e antes de dormir, podem ser inclusos aminoácidos (como a L-Glutamina, a L-Leucina), shakes de proteínas (caseína, blends de proteínas, albumina, proteína isolada de soja), vitaminas e minerais através de polivitamínicos e/ou poliminerais, substitutos de refeição (barras protéicas, shakes prontos etc) e mais algum tipo de suplemento ergogênico (termogênicos etc). Antes do treinamento, podemos inserir suplementos a depender da intensidade e necessidade de cada uma delas, podendo ser, entre os mais comuns carboidratos (waxy maize, maltodextrina), aminoácidos e peptídeos (L-Glutamina, L-Leucina, Beta-Alanina, Creatina) e, claro, suplementos ergogênicos também. Já depois do treino, podemos utilizar todos esses citados acima e ainda, incluir alguns antioxidantes extras.
Conclusão:
Conclusivamente, podemos dizer que são nítidas as diferenças entre homens e mulheres, porém, alguns processos fisiológicos e biológicos podem ser equiparados, fazendo-nos optar por pequenas alterações, sem a grande necessidade da criação de protocolos mirabolantes para se obter bons resultados.
Assim como no treinamento, uma mulher deve fazê-lo da melhor maneira possível e, claro, da maneira mais intensa e objetiva possível, assim será em sua alimentação, optando pelo básico e sempre dando a atenção a suas particularidades.